quarta-feira
Guarda-roupa de trabalho é um figurino à parte
Dizem os colunistas de TV que a Globo baixou recentemente uma série de normas para os figurinos das jornalistas que deram o que falar. Não vejo nenhum motivo de polêmica nelas. São todas de muito bom senso e apenas repetem o que já está em todos os livros de moda - inclusive nos meus.
As pessoas têm que entender que figurino de trabalho é um figurino à parte do destinado ao lazer. É um guarda-roupa que tem características próprias, seja para quem trabalha em empresas formais ou para quem trabalha em ambientes informais. Para ambos os casos, o que se veste para ir trabalhar é diferente do que se veste para a balada, para fazer esporte, para ir a festas ou para ficar em casa.
A regra, para não errar, é simples: o guarda-roupa de quem trabalha não tem que seguir as últimas modas nem os modismos para que a pessoa não pareça fútil e muito preocupada com sua aparência, mas também não pode ser conservador demais para que a pessoa não dê a impressão de desatualizada.
A Globo diz que a lista não existe. Mas, oficial ou não, é bem feita e serve para a maioria das pessoas de qualquer tipo de empresa do Brasil e do mundo. Dê uma olhada:
Cabelos: devem ser curtos ou médios, no máximo na altura dos ombros. Cabelos compridos chamam muita atenção. Franjas estão proibidas. Deixam a jornalista com cara de adolescente.
Acessórios: brincos, colares, pulseiras e relógios devem ser pequenos, discretos, sem pedras. Proibido usar mais de um anel na mesma mão.
Unhas: Até cinco anos atrás, esmaltes coloridos eram proibidos. Tons beges e vinhos agora são permitidos, mas unhas pretas, azuis, verdes e roxas estão vetadas.
Mangas: estão proibidas as mangas muito curtas, tipo baby look, as bufantes e as muito volumosas. As primeiras não ficam bem para mulheres com braços gordos. As bufantes infantilizam.
Estampas: roupas xadrezes, estampadas e de listras fortemente contrastadas continuam proibidas porque chamam muita atenção e porque podem causar "batimento" no vídeo, gerando uma distorção na imagem.
Brilho: roupas com brilho ou decotadas não podem ser usadas no vídeo. Babados e tecidos que amassam muito, como o linho, também não. Transparências são permitidas, desde que com uma outra roupa por baixo.
Calças: nem pensar em ir para a rua com calças capri (aquelas que batem na canela), muito justas (skinnies), sarouels e leggings. São casuais demais e, no caso das sarouels, no vídeo parecem fraldões. Recomenda-se calças de alfaiataria para os homens. Jeans pode, desde que de corte reto e tradicional. Nada de calças rasgadas ou com lavagens que descolorem o brim.
Tamanho: é proibido usar roupa justa. Jornalistas devem preferir peças mais soltas no corpo, porque marcam menos. Mulheres devem tomar cuidado com malhas e tecidos de elastano, evitando mostrar sutiãs e "pneus".
Fonte: http://chic.ig.com.br
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